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Paulista, Pernambuco, Brazil
As vezes sou poeta. As vezes sou poesia. Folhas ao vento que viajam em pensamento. As vezes sou um sorriso e um olhar. Sou perfume da essência a igualar. As vezes sou a gota d’água que faz toda uma diferença. As vezes sou menino, as vezes sou homem. As vezes sou livre! Quero ser eu de mim mesmo. As vezes nem existo!

19 de agosto de 2010

Relógio




Um ponteiro aprisionado faz seu trabalho e não para de girar.
Gira... Gira... Gira...

Em movimento lento controla o meu  tempo,
São vinte e quatro horas, que em seu tempo demora.

Tenho uma hora, preciso parar.
Preciso para de olhar, procuro outro lugar.
Desvio o olhar.

Ele me controla me faz ter ora,
Tem dias que demora, e me cansa de esperar a ânsia,
Do tempo certo o eco
Quero soltar minha voz!

Uma, duas, três e não chega minha hora.

Acordo já são onze passou minha chance,
Confundo-me sem ele sou cego.

Hoje acordei e ele havia parado,
Quando notei era cinco e quarenta e três, 
Pensei... O relógio parou!

Daí me veio aflição, de quanto tempo perdi sem ter noção.
Meu relógio parou vou trocar a bateria.


Glebson Lima

16 comentários:

Nathalia Ferreira disse...

Hahaha...mto massa! =D

Guará Matos disse...

Precisamos nos reciclar diariamente.

Abraços.

Pelos caminhos da vida. disse...

Ótimo post Glebson.

Mas últimamente estou de mal com o relógio, me trás tristes recordações.

beijooo.

Daniel Savio disse...

Poesia bonita sobre o tempo, mas o ponto, ou vivemos livre do tempo (e sem compromisso por conta disto), ou nos prendemos a ele...

Fique com Deus, menino Glebson Lima.
Um abraço.

Valvesta disse...

...e o tempo esvaísse da nossas mãos, fico assim se durmo de tarde, parece que perdi algo precioso, o tempo... bjos.(ainda não consegui implantar o programa)

Marcus Bittencourt disse...

Ha tempo precioso, se todos soubessem aproveita-lo! Muito bom. Um abraço.

Aleatoriamente disse...

É disso que eu falo: Tudo que sai do coração é amor.Essência.
Eu acredito em Deus criador e na sua maneira de nos amar otempo urge!

Bjinho amigo.

Fernanda.

Rodrigues Bomfim disse...

Amigão,obrigado pela visita no blog,ok?
Bela poesia..somos escravos do próprio tempo, das horas..pagamos caro pela busca incessante das coisas materiais para nossa sobevivência.

abração, volte sempre!

Nádia Dantas disse...

Agradeço sua presença e comentário, Glebson.
É um prazer vir aqui e encontrar um belo poema sobre o tempo. Mesmo que eu não queira, ele controla...controla... Não há como fugir.
Bom final de semana!
Abraço
Nádia

F@bio Roch@ disse...

Como diria Victor Hugo: "A vida já é curta e nós a encurtamos ainda mais desperdiçando o tempo."

Bela mensagem amigo!!!

Monssy Gardney disse...

O tempo é uma charada...concorda?

Sil.. disse...

Simplesmente LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO seu texto (Pra variar, porque todos são lindos).

Mas...eu ando de mal com o relógio....enfins...

Um abraçãoooooooo, meu querido!

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Muito bom, amigo. Sobre o tempo, penso que a gente não deve procurar ser dono nem escravo do tempo, mas entender que somos parte dele, deixando-o fluir tal qual, um simples correr de horas e nós um correr de emoções. Um abraço.Obrigado pela visita.

damilvanFILHO disse...

Gostei muito do seu blog..
estou seguindo..
qndo tiver tempo de uma olhadinha no meu
damilvan.blogspot.com
abraços

MichelleM. disse...

Que somos nos sem o senhor tempo!o tempo gira em torno de nos, e nos giramos em torno do tempo.bjos!

Pedro H.D.Delavia disse...

É tempo de não perder mais tempo. Viver o instante é uma recomendação! Parabéns pelo texto!

como pediu-me: phddelavia@yahoo.com.br

Abraço