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Paulista, Pernambuco, Brazil
As vezes sou poeta. As vezes sou poesia. Folhas ao vento que viajam em pensamento. As vezes sou um sorriso e um olhar. Sou perfume da essência a igualar. As vezes sou a gota d’água que faz toda uma diferença. As vezes sou menino, as vezes sou homem. As vezes sou livre! Quero ser eu de mim mesmo. As vezes nem existo!

7 de janeiro de 2012

Coração que sangra


                                                               Fonte google

Eu tenho um coração de carne!
Que agora sangra e sangra sem parar.

O que fazer com o que sinto?
Despedaço o coração em retalhos,
largo mão de mim para pensar em ti,
faço de mim um réu.

Me ponho a julgamento
mesmo que inocente,
vou me lançar numa prisão 
e repousar minha cede,
cede de querer-te.

As gaiolas são fortes
e não consigo me achegar a ti,
o carinho dos meus olhos 
não te alcançam.

Meu amor está esvaindo em sangue
que pouco a pouco
vai me matar.


Glebson Lima

Um comentário:

claudete disse...

OLÁ POETA, que tua sede continue produzindo contundentes e belos poemas. Feliz 2012! prazer em aqui retornar.